domingo, 8 de novembro de 2009
Eu preciso acreditar?
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
About Love
O amor vive de várias formas, se expressa de modos diferentes e não quer nada em troca. Mas eu vejo o amor de uma outra maneira, ou perspectiva se quiserem assim nomear.
Ele vive na pele de um gato manhoso, que quando se sente sozinho em uma casa fria, corre em sua direção vencendo todos os obstáculos.
Um felino astuto que procura seu colo, suas mãos, seu carinho e sua atenção.
Esperto e ágil ele se aconchega até dominar por completo aquele instante de sua vida. Você se apega, acaricia, deposita tudo o que tem de melhor naquele momento.
Ele se mantém ali, intacto, pelo tempo necessário. E quando você acredita que o animalzinho que estava ali se transformou em uma estátua de mármore e tenta movê-lo em outro direção. Ele se agarra com unhas à mordomia e estabilidade. Acariciando suas mãos com o focinho gelado.
Exatamente neste ponto você já foi tomado pela confiança, pelo sentimento, pela necessidade, e até mesmo pela vaidade.
Mas o bichano se assusta, ou apenas percebe que aquilo não lhe satisfaz como antes, e o deixa como tudo começou. Subitamente
Ainda astuto e ágil, ele se afasta de suas mãos, rejeita seu carinho e ignora seu chamado. Ele não lhe reconhece mais como sua necessidade e corre cômodo afora , ofegante.
Ao saltar pela janela, o felino nem mesmo volta a cabeça pra lhe dizer adeus. Ele parte, enquanto você permanece imóvel e nauseante em seu lugar.
Apenas porque a natureza deste gato não lhe permite a cumplicidade necessária para permanecer ali por muito tempo, ou talvez porque a sua felicidade não mereça viver por toda a eternidade.
THE END
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Paixão
domingo, 16 de agosto de 2009
Fotografia peculiar
Pela primeira vez eu não sabia o que estava acontecendo, eu simplesmente desliguei o computador e fitei a tela em preto na minha frente. Não era algo em que eu queria pensar , não era nada do que eu queira ver, mas ela estava ali cuspindo a verdade em minha testa, detalhando cada passo que me fez cair.
Sim eu caí....fiquei de joelhos por horas em meu quarto.Não cruzei as mãos, nem pronunciei qualquer som. Mentalmente eu pedia, implorava, enquanto minhas lágrimas corriam silenciosas de minhas bochechas ao começo de meu colo.
Eu senti que aquela dor deveria estar me deixando curvada, mas eu continuava estática , pesada de mais para me mexer, triste demais para tentar levantar.
Quando eu consegui, a única coisa que pude ouvir foi o silêncio que ardia em meu coração, eu entendi nesse momento o que era sangrar por dentro, e talvez possa até ter ouvido o barulho de meu coração sendo estilhaçado em minúsculos mil pedaços, pequenos demais para serem juntados novamente.
Talvez eu tenha ficado tempo demais sem falar, talvez eu tenha deixado que a dor me dominasse. A única coisa que eu sabia era que doía muito para ser dito, e parecia loucura demais quando eu pensava.
Eu novamente estava sozinha, ou na verdade continuei como sempre estive.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Se um dia eu acordar

quinta-feira, 23 de julho de 2009
Respeite o que você ama

quarta-feira, 1 de julho de 2009
O que eu sei sobre o amor

